quinta-feira, 23 de julho de 2009

Tchau...Tchau CIGARRO!!!


Até que enfim, as autoridades tomararm providências sobre este grande problema, o cigarro!!


Sim.....poderemos ir na balada e voltar pra casa sem aquele cheiro HORRIVEL de cigarro...!!!!!


Apartir do dia 07 de agosto de 2009, entra em vigor em São Paulo, uma nova lei que restringe o uso do cigarro, sendo permitido apenas em locais "abertos". Ou seja, não será permitido fumar em baladas, bares, restaurantes e afins. Bom, na verdade, as pessoas poderão continuar fumando nestes ambientes, desde que, elas saim do local fechado, e se dirigam até um lugar arejado!!!


Não sou contra o uso do cigarro. Acredito que cada um tem liberdade de fazer o que quiser!!

Convivo com pessoas que fumo, e vejo a necessidade delas em fumarem... Sei que não é algo saudável, tanto é, que nas próprias embalagens de cigarro, há mensagens que informam sobre os perigos do fumo..mas enfim...Os fumantes devem respeitar o espaço em que todos convivem!!!


Sendo assim, nada mais justo a criação desta lei, lembrando que, esta mesma lei está em vigor em diversos paises, e funciona muito bem!!!!!


Tenho certeza, que esta lei também será muito apoiada aqui em São Paulo!!!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A Bela e a Fera









Ontem, 09/07/2009, fui assistir o musical A Bela e a Fera, em cartaz no Teatro Abril, aqui em São Paulo.





É simplesmente MARAVILHOSO!!!!


Os efeitos especias, os ótimos atores....cantando e dançando muito bem!!! Os cenários criados com muitos detalhes......enfim...A história é linda criada com muita perfeição!!!!








Com quase 3h00min de duração O musical conta a história de príncipe enfeitiçado por uma bruxa, que o transforma em uma “enorme” Fera. E assim ele permanecerá enquanto não se apaixonar – e for correspondido – por uma mulher.

Para piorar, a coisa tem um prazo: se isso não ocorrer até que caia a última pétala de uma rosa ofertada pela bruxa, ele ficará Fera para sempre. Muito tempo depois, a última esperança da besta e dos criados do castelo (transformados em objetos como bule, candelabro e relógio) é uma jovem, a Bela, que acaba prisioneira.



quinta-feira, 18 de junho de 2009

O caçador de pipas......


Incrível a história deste livro........

Confesso que em muitas passagens do livro, tive vontade de chorar .....rsrsrsrsr


Adorei a forma com que o autor conta a história do garoto Amir, a riqueza dos detalhes em cada parte da história, a narrativa que faz você não querer parar de ler um minuto sequer. Ele mostra como a influência dos pais pode transformar toda uma vida.


Enfim....ÓTIMO....Recomendo a todos!!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Frases de Machado de Assis.........

"A vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal."

"Botas...as botas apertadas são uma das maiores venturas da terra, porque, fazendo doer os pés, dão azo ao prazer de as descalçar."

"Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar."

"Creia em si, mas não duvide sempre dos outros."

"Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento."

"Lágrimas não são argumentos."

"Não é amigo aquele que alardeia a amizade: é traficante; a amizade sente-se, não se diz."

"Não levante a espada sobre a cabeça de quem te pediu perdão."

"O acaso... é um Deus e um diabo ao mesmo tempo."

Biografia Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis, foi cronista, contador de histórias, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta. Nasceu em 21 de Junho de 1839 na cidade do Rio de Janeiro. Filho de um operário mestiço, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis. Perde a sua mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública. Mesmo sem ter acesso a cursos regulares, empenhou-se em aprender. Consta que, em São Cristóvão, conheceu uma senhora francesa, proprietária de uma padaria, cujo forneiro lhe deu as primeiras lições de Francês. Aos 16 anos, publica o seu primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na revista Marmota Fluminense. A Livraria Paula Brito acolhia novos talentos da época, tendo publicado o citado poema e feito de Machado de Assis seu colaborador efetivo. Aos 17 anos, consegue emprego como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, e começa a escrever durante o tempo livre. Conhece o então diretor do órgão, Manuel Antônio de Almeida, autor de Memórias de um sargento de milícias, que se torna seu protetor.Passados não muitos anso,em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passa a fazer parte da redação do jornal Diário do Rio de Janeiro. Além desse, escrevia também para a revista O Espelho, A Semana Ilustrada e Jornal das Famílias. Mas o seu primeiro livro só foi impresso em 1861, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, onde aparece como tradutor. Em 1867, é nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial e em 12 de novembro de 1869, casa-se com Carolina Augusta Xavier de Novais. O escritor era um típico homem de letras brasileiro bem sucedido, confortavelmente amparado por um cargo público e por um casamento feliz que durou 35 anos. D. Carolina, mulher culta, apresenta Machado aos clássicos portugueses e a vários autores da língua inglesa.Talvez por essa razão, veio a tornar-se um grande amigo do escritor José Veríssimo, que dirigia a Revista Brasileira, com quem teve a ideia de fundar a Academia Brasileira de Letras. Machado desde o princípio apoiou a idéia e compareceu às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, cargo que ocupou até sua morte, ocorrida no Rio de Janeiro em 29 de setembro de 1908. Sua oração fúnebre foi proferida pelo acadêmico Rui Barbosa.Dizem os críticos que Machado era "urbano, aristocrata, cosmopolita, reservado e cínico, ignorou questões sociais como a independência do Brasil e a abolição da escravatura. Passou ao longe do nacionalismo, tendo ambientado suas histórias sempre no Rio, como se não houvesse outro lugar. Sua obra divide-se em duas fases, uma Romântica e outra Parnasianismo, quando desenvolveu inconfundível estilo desiludido, sarcástico e amargo. O domínio da linguagem é sutil e o estilo é preciso, reticente. O humor pessimista e a complexidade do pensamento, além da desconfiança na razão, fazem com que se afaste de seus contemporâneos.

domingo, 17 de maio de 2009

Filmes que recomendo!!!!


MENINOS NÃO CHORAM

Excelente!!!!
Baseado em fatos reais, este drama conta a história de Teena Brandom, que durante sua juventude resolve assumir sua homosexualidade, e para isso adota uma nova identidade, o garoto Brandon.
Quando Brandon conhece a adolescente Lana, ambos imediatamente se envolvem emocionalmente. Seu segredo é finalmente revelado quando vai para a cadeia. Lana fica do seu lado, mas todos à sua volta não aceitam a situação.
Meninos explora as contradições da identidade e juventude americana através da vida e da morte de Brandon. Através de um caos de desejo e assassinato, surge a história de um jovem americano à procura do amor, de si mesmo e de um lugar para chamar de lar.
Uma história verdadeira sobre esperança, medo e a coragem de ser você mesmo!!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Nosso Futuro..Porque teme-lo????




Fico extremamente inquieto quando o assunto é o futuro. Penso constantemente e tento adivinhar como vai ser os próximos dias?? O que vai mudar??
O que é o futuro? Um lugar que não existe. “O futuro você pode pintar de colorido ou de preto. Pode ser atraente ou pode apavorar”, diz Gikovate. Mas como caminhar rumo ao desconhecido? Como olhar para o mundo e não ter medo do que pode acontecer? Será que vou estar empregado no mês que vem? Será que vamos ter filhos juntos? É difícil viver sem saber do amanhã. A gente tenta de todo jeito controlar o incontrolável, administrar o inadministrável: há quem planeje passo a passo o próprio futuro, há quem procure os serviços de adivinhos e tarólogos para dar uma espiadinha no que está por vir. Porque é a incerteza que nos dá medo.“Não existe medo sem incerteza: se tivermos a certeza absoluta de um mal futuro, já não se trata mais de medo, mas de desespero. Ora, a ideia da morte tem isso de particular, que é misturar uma certeza absoluta com uma incerteza também absoluta. É totalmente seguro que um dia morrerei, e absolutamente incerto quando (e onde? e como?)”, diz Francis Wolff, que participa do livro Ensaios sobre o Medo.Bem, certezas o futuro nunca vai nos dar. Por isso talvez ajude um pouco de filosofia. Em Aprender a Viver, o filósofo francês Luc Ferry lembra que “os filosófos gregos pensavam no passado e no futuro como dois males que pesam sobre a vida humana, dois centros de todas as angústias que vêm estragar a única e exclusiva dimensão da existência que vale a pena ser vivida, simplesmente porque é a única real: a do instante presente”. Se vou ficar ou voltar, conseguir ou fracassar, hoje não importa. Eu acredito para poder seguir em frente. Se amanhã não der certo, paciência. Depois de amanhã pode dar.




sábado, 11 de abril de 2009

Saudades....



Como doi saber que fostes E não vai mais voltar Meu coração sangra de tanta dor Ms tenho que suportar. Olho para o céu Pra ver as estrelas E saber qual delas é você Só assim suaviza a saudade Que me invade. É difícil olhar para a cama E ver que já não estás lá. Tento ser forte Mas não resisto Pensei em ir também E assim nos encontrarmos no infinito Mas será que iria te encontrar?