1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'.
8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'.
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Lembre-se: Nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.
sábado, 26 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Dez recomendações de como ajudar os filhos nos primeiros passos da vida profissional

Por Mauro Segura
Conheço executivos muito bem sucedidos em suas carreiras que tremeram e enfrentaram enormes dificuldades para ajudar os filhos no início da vida profissional. Nessa hora, todos somos iguais, né? Não adianta doutorado em Harvard e liderar milhares de funcionários. Muito do aprendizado executivo acaba não funcionando tão bem dentro de casa.
As coisas no passado eram mais difíceis. Os jovens tinham muito mais dificuldade para obter informações a respeito das profissões e especializações. Esse processo dependia muito do interesse e da iniciativa dos estudantes, que tinham que sair em campo para caçar informações, conhecer as novas carreiras e entender o que valia pena. Lembro do “velho” teste vocacional, que nunca foi algo que me cativou muito na minha época. Aliás, se dependesse dele, eu teria estudado geografia e seria um provável bibliotecário hoje.
A realidade atual é diferente. O mundo interconectado e aberto facilitou muito. A informação chega até dentro de casa via internet e outros canais de comunicação. Aliás, os estudantes são bombardeados por todos os lados. O que não mudou foi a necessidade absoluta da iniciativa e curiosidade dos jovens para entender as opções, ouvir conselhos de diversas fontes e trocar ideias. É aí, exatamente neste ponto, que os pais podem ajudar muito os seus filhos.
O que me inspirou escrever esse post foram as últimas conversas que tive com meus dois filhos. Ambos estão no início de suas vidas profissionais, estão cheio de dúvidas e dilemas. Os passos abaixo vêm do meu aprendizado prático nos últimos meses e, certamente, dos conselhos de amigos e colegas que já passaram pela mesma experiência.
1- ENTENDA O QUE É SUCESSO PARA ELEUm ponto importante é não colocar a sua expectativa de sucesso em cima de seu filho. O sucesso é relativo. O que é sucesso para você pode não ser para ele.
2- EVITE SER ASSERTIVONão seja afirmativo o tempo todo, afinal conselhos muito pragmáticos poderão pressioná-lo numa direção que talvez não seja a decisão que bate no coração dele.
3- TENHA UM PAPO ABERTOO seu papel mais importante será criar um ambiente para troca de ideias, de bate-papo aberto, sem posições certas ou erradas.
4- OUÇA MAIS DO QUE FALEInstigue seu filho para falar de suas angústias, indecisões e interesses. Muito provavelmente as aflições dele serão bem diferentes das que você tinha quando jovem, portanto mantenha o coração aberto nestes papos.
5- INCENTIVE-O A BUSCAR INFORMAÇÕESInventive seu filho para buscar informações sobre carreira e profissões, além de motivá-lo para falar com mais pessoas, inclusive alguns amigos seus. Facilite esse caminho.
6- NÃO FAÇA O TRABALHO PELO SEU FILHOPor favor não faça a pesquisa de informações pelo seu filho. Isso é responsabilidade dele. Se ele realmente estiver motivado e interessado, você não precisará fazer nada. Ele vai procurar você com todos os dados nas mãos.
7- AJUDE-O A DESCOBRIR SUAS HABILIDADES NATURAISMotive-o a fazer uma auto-reflexão para imaginar que tipo de trabalho futuro mais lhe agrada. Nestas horas, olhar para sua própria rotina e satisfações pessoais pode ajudar a encontrar o caminho.
8- ESTEJA SEMPRE DISPONÍVEL PARA DIALOGAREstar disponível para dialogar será uma bênção para seu filho. Ele poderá viver grandes momentos de indecisão, se aproximando e se afastando da decisão final.
9- TENHA PACIÊNCIA. ELE PRECISA DE TEMPOTer paciência vai ajudá-lo bastante. Nestas horas sua principal missão será incentivá-lo a continuar pensando e conversando. Faca ele se auto-questionar. Não tenha pressa.
10- ACEITE BEM O EMPREENDEDORISMOO futuro do mercado de trabalho sinaliza que cada vez mais os trabalhadores serão empreendedores. O primeiro momento de empreendedorismo de seu filho será esse começo de vida profissional. Conversas francas, sem paradigmas, mente aberta e visão flexível é maior contribuição que você pode dar para seu filhos nos primeiros passos de sua carreira.
Uma outra recomendação adicional seria não se preocupar se ele escolher a mesma profissão que você, mesmo que você sinta no íntimo que ele foi influenciado por você. A maior preocupação é você estar tranquilo com sua consciência de que ele escolheu o caminho por iniciativa e decisão própria.
Enfim, apesar dessa nova geração estar muito mais informada e madura sobre carreira, os jovens ainda tem a mesma insegurança e angústia que tínhamos quando adolescentes. Imaginar o que gostaríamos de ter recebido na nossa época pode servir de inspiração para nossa preparação de conversa com nossos filhos. Só na esqueça de uma coisa: o mundo passa por grandes transformações na sociedade, onde o trabalhador de emprego perene e 35 anos de serviço está destinado a desaparecer para sempre, ou seja, o sucesso profissional não mais será o salário fixo no final do mês.
As palavras de ordem são: empreendedorismo e satisfação pessoal.
As coisas no passado eram mais difíceis. Os jovens tinham muito mais dificuldade para obter informações a respeito das profissões e especializações. Esse processo dependia muito do interesse e da iniciativa dos estudantes, que tinham que sair em campo para caçar informações, conhecer as novas carreiras e entender o que valia pena. Lembro do “velho” teste vocacional, que nunca foi algo que me cativou muito na minha época. Aliás, se dependesse dele, eu teria estudado geografia e seria um provável bibliotecário hoje.
A realidade atual é diferente. O mundo interconectado e aberto facilitou muito. A informação chega até dentro de casa via internet e outros canais de comunicação. Aliás, os estudantes são bombardeados por todos os lados. O que não mudou foi a necessidade absoluta da iniciativa e curiosidade dos jovens para entender as opções, ouvir conselhos de diversas fontes e trocar ideias. É aí, exatamente neste ponto, que os pais podem ajudar muito os seus filhos.
O que me inspirou escrever esse post foram as últimas conversas que tive com meus dois filhos. Ambos estão no início de suas vidas profissionais, estão cheio de dúvidas e dilemas. Os passos abaixo vêm do meu aprendizado prático nos últimos meses e, certamente, dos conselhos de amigos e colegas que já passaram pela mesma experiência.
1- ENTENDA O QUE É SUCESSO PARA ELEUm ponto importante é não colocar a sua expectativa de sucesso em cima de seu filho. O sucesso é relativo. O que é sucesso para você pode não ser para ele.
2- EVITE SER ASSERTIVONão seja afirmativo o tempo todo, afinal conselhos muito pragmáticos poderão pressioná-lo numa direção que talvez não seja a decisão que bate no coração dele.
3- TENHA UM PAPO ABERTOO seu papel mais importante será criar um ambiente para troca de ideias, de bate-papo aberto, sem posições certas ou erradas.
4- OUÇA MAIS DO QUE FALEInstigue seu filho para falar de suas angústias, indecisões e interesses. Muito provavelmente as aflições dele serão bem diferentes das que você tinha quando jovem, portanto mantenha o coração aberto nestes papos.
5- INCENTIVE-O A BUSCAR INFORMAÇÕESInventive seu filho para buscar informações sobre carreira e profissões, além de motivá-lo para falar com mais pessoas, inclusive alguns amigos seus. Facilite esse caminho.
6- NÃO FAÇA O TRABALHO PELO SEU FILHOPor favor não faça a pesquisa de informações pelo seu filho. Isso é responsabilidade dele. Se ele realmente estiver motivado e interessado, você não precisará fazer nada. Ele vai procurar você com todos os dados nas mãos.
7- AJUDE-O A DESCOBRIR SUAS HABILIDADES NATURAISMotive-o a fazer uma auto-reflexão para imaginar que tipo de trabalho futuro mais lhe agrada. Nestas horas, olhar para sua própria rotina e satisfações pessoais pode ajudar a encontrar o caminho.
8- ESTEJA SEMPRE DISPONÍVEL PARA DIALOGAREstar disponível para dialogar será uma bênção para seu filho. Ele poderá viver grandes momentos de indecisão, se aproximando e se afastando da decisão final.
9- TENHA PACIÊNCIA. ELE PRECISA DE TEMPOTer paciência vai ajudá-lo bastante. Nestas horas sua principal missão será incentivá-lo a continuar pensando e conversando. Faca ele se auto-questionar. Não tenha pressa.
10- ACEITE BEM O EMPREENDEDORISMOO futuro do mercado de trabalho sinaliza que cada vez mais os trabalhadores serão empreendedores. O primeiro momento de empreendedorismo de seu filho será esse começo de vida profissional. Conversas francas, sem paradigmas, mente aberta e visão flexível é maior contribuição que você pode dar para seu filhos nos primeiros passos de sua carreira.
Uma outra recomendação adicional seria não se preocupar se ele escolher a mesma profissão que você, mesmo que você sinta no íntimo que ele foi influenciado por você. A maior preocupação é você estar tranquilo com sua consciência de que ele escolheu o caminho por iniciativa e decisão própria.
Enfim, apesar dessa nova geração estar muito mais informada e madura sobre carreira, os jovens ainda tem a mesma insegurança e angústia que tínhamos quando adolescentes. Imaginar o que gostaríamos de ter recebido na nossa época pode servir de inspiração para nossa preparação de conversa com nossos filhos. Só na esqueça de uma coisa: o mundo passa por grandes transformações na sociedade, onde o trabalhador de emprego perene e 35 anos de serviço está destinado a desaparecer para sempre, ou seja, o sucesso profissional não mais será o salário fixo no final do mês.
As palavras de ordem são: empreendedorismo e satisfação pessoal.
Dolly Dolly................Festas Inesqueciveis!!!


Bom....faz algum tempo que começei a trabalhar com um pessoal muito legal...a equipe DollyDolly..!!!!!!!
DollyDolly é uma agência de contratação da parte artistica de eventos. Tudo o que diz respeito a um show ou performance de um evento...eles arrasam!!!
Já participei de vários eventos, entre aniversários, chás de cozinhas, telegramas...enfim...posso afirmar que o sucesso o evento é garantido!!!
Todos entram na brincadeira...até mesmo aqueles com a cara mais fechada..!!!!
Para conhecer melhor o trabalho deles acessem o link abaixo:
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Feedback: vale a pena pedir e escutar!
Nos processos seletivos para estágio ou trainee, os candidatos esperam pela chance de receber um feedback – que pode ser entendido como a visão de um consultor sobre algum ato ou comportamento realizado pelo candidato, ou mesmo seu desempenho em alguma atividade.Alguns candidatos não retornam e não solicitam informações sobre sua performance, ok, é uma escolha. Outros, porém, retornam, mas não aceitam o que lhes é passado. Recebem as informações com “maus ouvidos” rebatendo a cada item sobre sua atuação.
Os processos seletivos são baseados em perfis: o candidato pode apresentar ou não os quesitos solicitados, mas nem por isso ele é ruim, apenas não preenche as características exigidas, ou há casos que o candidato não conseguiu demonstrar a habilidade buscada.
O feedback é uma opinião, uma idéia que foi elaborada a partir de comportamentos observados em um processo seletivo, não é um julgamento único e final. É a visão do consultor, que não conhece o candidato intimamente, mas que precisa selecionar pessoas com potencial e competências condizentes às necessidades da empresa contratante. O feedback pode indicar traços de sua personalidade, que nem mesmo você conhecia, ou lutava para não admitir… Pois é, alguma hora isso aconteceria!
O feedback pode funcionar como um coaching, agregando informações para seu autoconhecimento, aprimorando conhecimento sobre as necessidades do mercado, indicando itens positivos e negativos do seu perfil. Estar aberto aos aprendizados da vida faz parte do desenvolvimento pessoal e profissional.
Flávia C. Ghirardello
Consultora da Foco Talentos
As sete maiores mentiras do currículo
Encontramos uma matéria publicada na revista Época de abril que lista as sete maiores mentiras do currículo, principalmente entre jovens. Achamos interessante publicá-las, junto à opinião de alguns especialistas que deram entrevista à revista, para mostrar que mentir de fato não é um bom caminho.A pesquisa publicada indica que de cada dez currículos que chegam às empresas, quatro têm informações distorcidas, e outros dois mentiras deslavadas. O dado é da empresa de investigações Kroll, que presta serviço de análise de currículos para companhias, depois de analisados dados de candidatos a emprego de nível gerencial para cima. Eles demonstram que nos Estados Unidos, a taxa de invenções é bem parecida, segundo análises independentes do site Career Building e da consultoria Accu-Screen, especializada em procurar referências de candidatos a emprego.
Os principais “maquiadores de currículo”, segundo a matéria, são os jovens em início de carreira, pelo fato de terem pouca experiência e buscarem “engordar” os CV’s copiando modelos prontos.
Segue uma lista dos casos mais comuns listados na Época e como os especialistas os desmascaram.
1. Idiomas A mentira mais popular. É aquele inglês “básico” que no currículo se torna “avançado”. É também a mentira mais fácil de ser identificada. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para desmascarar o monoglota.
2. QualificaçãoInventar uma especialização técnica ou transformar um curso rápido em pós-graduação também são manobras muito comuns – e fatais – nos processos de seleção. Além da questão moral, se a fraude é descoberta, leva à dúvida sobre todas as competências que o candidato afirma ter. Se conseguir manter a farsa, ele pode ser desmascarado quando checadores ligam para a universidade para conferir as informações. Algumas empresas são mais diretas: exigem o certificado dos cursos.
3. Cargos e funçõesMuitos candidatos mentem sobre cargos em empregos anteriores para demonstrar experiência ou pleitear salário mais alto. Assim, um estagiário pode virar assistente, um supervisor vira gerente, e por aí vai. São dados de checagem relativamente fácil quando a entrevista é bem feita: o candidato costuma escorregar nos detalhes sobre seu passado profissional.
4. Participação em projetosEsse tipo de mentira, relacionada a conquistas e projetos implementados em empregos anteriores, exige um esforço maior do recrutador. Por causa do passar do tempo e da rotatividade das empresas, muitas vezes é difícil entrar em contato com antigos colegas do projeto mencionado. A estratégia dos recrutadores para detectar as invencionices é levar a entrevista a um nível de detalhe extremo, para capturar contradições.
5. Motivo de desligamentoSe percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores desperta a impressão de que o candidato quer esconder algo. Demissões nunca são bem vistas. Mas hoje, com a rotatividade tão alta, deixaram de ser um estigma. Mas devem ser explicadas. Se o desligamento foi espinhoso, o melhor é demonstrar maturidade e mostrar que o episódio serviu de lição. Jogar a culpa no ex-chefe é tentador, mas o efeito é quase o mesmo de um pedido para desistir do processo de seleção.
6. Datas de entrada e saída de empregosEsticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador, para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado. “Mas a manipulação de datas é intolerável quando ela tenta esconder um padrão de permanências curtas nos empregos”, afirma Vander Giovani, da Kroll. “Há aqueles que nem sequer colocam experiências curtas para não destacar essa instabilidade”, afirma Carlos Eduardo Dias, da Asap. “Essa omissão é imperdoável.” E facilmente constatada por checadores, ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho.
7. EndereçoMuitos candidatos mentem em relação ao local de moradia por três motivos: imaginam que morar perto pode facilitar a contratação; acreditam que morar em um bairro mais pobre prejudique suas chances; ou tentam obter uma verba maior de vale-transporte. Nos dois primeiros casos, é uma mentira menos ofensiva, mas também não vale a pena. Quando for descoberta – pela checagem do comprovante de residência ou pela visita de um colega –, ela vai despertar desconfiança do empregador.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Dinâmica de grupo sem segredos

Após encaminhar seu currículo para diversos locais, você finalmente é chamado para uma dinâmica de grupo! E agora, o que fazer?A gerente da Foco Futuro, Fábia Barros, explica que a dinâmica de grupo é um jogo no qual são selecionadas atividades lúdicas para analisar as características individuais (competências) e a atuação em equipe dos candidatos.
A dinâmica é dividida em quatro etapas: o quebra gelo, como forma de descontrair, a apresentação individual, uma atividade em grupo que permite a absorção da performance do candidato em equipe e o encerramento.
Para ser aprovado, não existe uma fórmula, mesmo porque o objetivo é identificar o perfil buscado pela empresa.
Mesmo assim, algumas orientações são válidas:- Jamais tente representar personagens. Procure ser o mais natural possível!- Respeite o limite do outro- Exponha o que você pensa, mas sem impor- Muitas dinâmicas exigem movimentos como sentar, ajoelhar ou subir em algum lugar, evite saias, roupas apertadas e decotadas- Cuidado com as gírias e os erros de português. Tudo isso será avaliado.
A dinâmica é dividida em quatro etapas: o quebra gelo, como forma de descontrair, a apresentação individual, uma atividade em grupo que permite a absorção da performance do candidato em equipe e o encerramento.
Para ser aprovado, não existe uma fórmula, mesmo porque o objetivo é identificar o perfil buscado pela empresa.
Mesmo assim, algumas orientações são válidas:- Jamais tente representar personagens. Procure ser o mais natural possível!- Respeite o limite do outro- Exponha o que você pensa, mas sem impor- Muitas dinâmicas exigem movimentos como sentar, ajoelhar ou subir em algum lugar, evite saias, roupas apertadas e decotadas- Cuidado com as gírias e os erros de português. Tudo isso será avaliado.
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