sábado, 17 de outubro de 2009

Gostar de quem não gosta de mim.....


"Não estou disposto

A esquecer seu rosto de vez

E acho que é tão normal

Dizem que eu sou louco

Por eu ter um gosto assim

Gostar de quem não gosta de mim..."


Este é um trecho na música "Na rua, na chuva, na fazenda" do Kid Abelha.....Acho que isso resume muito bem o sinto neste momento.


Parece estranho...não sei se acontece apenas comigo...mas porque temos que gostar de pessoas que não gostam de nós?????


Essa aflição de se ver apaixonado por alguém que está fora do nosso alcance, traz uma sensação tão ruim....Ver a pessoa que amo, nos braços de outra, sofrendo por outra ou até mesmo sozinha também, faz com que eu perceba que não podemos ter tudo o queremos!!


Quando me pego pensando nesta pessoa, fico sonhando o quanto poderiamos ser felizes juntos....fico criando planos....os lugares que poderiamos ir juntos..os momentos em que passaríamos em companhia do outro, dando risadas, chorando, contando confidencias......Será que é bobeira sonhar com alguém que temos certeza que não poderemos te-la??
Mas o pior de tudo é quando sabemos que existe uma pessoa (ou várias...rsrs) que querem ficar conosco e nós não queremos ficar com elas....eae o que devemos fazer????? Bom, pelo menos pra mim, é uma situação muito complicada porque não sei dizer NÃO para ninguém. Sei que isso me prejudica muito, não apenas na minha pessoal mas na minha vida profissional....mas isso não vem ao caso agora...Enfim...Estou tentado apreender a falar alguns "nãos".....è dificil, mas depois você percebe que foi a melhor coisa que você fez!!!
Bom....enquanto não posso ter quem eu quero ....e não quero ficar com quem me quer...continuo na busca de um equilibrio.....hauaahuaha... Procurando alguém que me ame e que eu a ame igualmente!!
Bruno Oliveira.....Solteiro Sim....Sozinho NÂO...hauahuahauahua

sábado, 26 de setembro de 2009

Dez coisas que levamos anos para aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa.
2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
5. Não confunda sua carreira com sua vida.
6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'.
8. Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'.
9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
10. Lembre-se: Nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Dez recomendações de como ajudar os filhos nos primeiros passos da vida profissional


Por Mauro Segura
Conheço executivos muito bem sucedidos em suas carreiras que tremeram e enfrentaram enormes dificuldades para ajudar os filhos no início da vida profissional. Nessa hora, todos somos iguais, né? Não adianta doutorado em Harvard e liderar milhares de funcionários. Muito do aprendizado executivo acaba não funcionando tão bem dentro de casa.
As coisas no passado eram mais difíceis. Os jovens tinham muito mais dificuldade para obter informações a respeito das profissões e especializações. Esse processo dependia muito do interesse e da iniciativa dos estudantes, que tinham que sair em campo para caçar informações, conhecer as novas carreiras e entender o que valia pena. Lembro do “velho” teste vocacional, que nunca foi algo que me cativou muito na minha época. Aliás, se dependesse dele, eu teria estudado geografia e seria um provável bibliotecário hoje.
A realidade atual é diferente. O mundo interconectado e aberto facilitou muito. A informação chega até dentro de casa via internet e outros canais de comunicação. Aliás, os estudantes são bombardeados por todos os lados. O que não mudou foi a necessidade absoluta da iniciativa e curiosidade dos jovens para entender as opções, ouvir conselhos de diversas fontes e trocar ideias. É aí, exatamente neste ponto, que os pais podem ajudar muito os seus filhos.
O que me inspirou escrever esse post foram as últimas conversas que tive com meus dois filhos. Ambos estão no início de suas vidas profissionais, estão cheio de dúvidas e dilemas. Os passos abaixo vêm do meu aprendizado prático nos últimos meses e, certamente, dos conselhos de amigos e colegas que já passaram pela mesma experiência.
1- ENTENDA O QUE É SUCESSO PARA ELEUm ponto importante é não colocar a sua expectativa de sucesso em cima de seu filho. O sucesso é relativo. O que é sucesso para você pode não ser para ele.
2- EVITE SER ASSERTIVONão seja afirmativo o tempo todo, afinal conselhos muito pragmáticos poderão pressioná-lo numa direção que talvez não seja a decisão que bate no coração dele.
3- TENHA UM PAPO ABERTOO seu papel mais importante será criar um ambiente para troca de ideias, de bate-papo aberto, sem posições certas ou erradas.
4- OUÇA MAIS DO QUE FALEInstigue seu filho para falar de suas angústias, indecisões e interesses. Muito provavelmente as aflições dele serão bem diferentes das que você tinha quando jovem, portanto mantenha o coração aberto nestes papos.
5- INCENTIVE-O A BUSCAR INFORMAÇÕESInventive seu filho para buscar informações sobre carreira e profissões, além de motivá-lo para falar com mais pessoas, inclusive alguns amigos seus. Facilite esse caminho.
6- NÃO FAÇA O TRABALHO PELO SEU FILHOPor favor não faça a pesquisa de informações pelo seu filho. Isso é responsabilidade dele. Se ele realmente estiver motivado e interessado, você não precisará fazer nada. Ele vai procurar você com todos os dados nas mãos.
7- AJUDE-O A DESCOBRIR SUAS HABILIDADES NATURAISMotive-o a fazer uma auto-reflexão para imaginar que tipo de trabalho futuro mais lhe agrada. Nestas horas, olhar para sua própria rotina e satisfações pessoais pode ajudar a encontrar o caminho.
8- ESTEJA SEMPRE DISPONÍVEL PARA DIALOGAREstar disponível para dialogar será uma bênção para seu filho. Ele poderá viver grandes momentos de indecisão, se aproximando e se afastando da decisão final.
9- TENHA PACIÊNCIA. ELE PRECISA DE TEMPOTer paciência vai ajudá-lo bastante. Nestas horas sua principal missão será incentivá-lo a continuar pensando e conversando. Faca ele se auto-questionar. Não tenha pressa.
10- ACEITE BEM O EMPREENDEDORISMOO futuro do mercado de trabalho sinaliza que cada vez mais os trabalhadores serão empreendedores. O primeiro momento de empreendedorismo de seu filho será esse começo de vida profissional. Conversas francas, sem paradigmas, mente aberta e visão flexível é maior contribuição que você pode dar para seu filhos nos primeiros passos de sua carreira.
Uma outra recomendação adicional seria não se preocupar se ele escolher a mesma profissão que você, mesmo que você sinta no íntimo que ele foi influenciado por você. A maior preocupação é você estar tranquilo com sua consciência de que ele escolheu o caminho por iniciativa e decisão própria.
Enfim, apesar dessa nova geração estar muito mais informada e madura sobre carreira, os jovens ainda tem a mesma insegurança e angústia que tínhamos quando adolescentes. Imaginar o que gostaríamos de ter recebido na nossa época pode servir de inspiração para nossa preparação de conversa com nossos filhos. Só na esqueça de uma coisa: o mundo passa por grandes transformações na sociedade, onde o trabalhador de emprego perene e 35 anos de serviço está destinado a desaparecer para sempre, ou seja, o sucesso profissional não mais será o salário fixo no final do mês.
As palavras de ordem são: empreendedorismo e satisfação pessoal.

Postura na entrevista é diferencial competitivo


O jornal O Estado de São Paulo publicou uma matéria muito interessante e que tem tudo a ver com o que temos falado por aqui sobre entrevistas de emprego.
Trouxemos a matéria para vocês conferirem como de fato sua postura é importante no contato com os responsáveis pelo recrutamento!
”Sinais” certos para garantir emprego
Pesquisar sobre a empresa, mostrar segurança e saber expressar ideias ajudam na conquista de vaga
Phyllis Korkki
The New York Times
É sempre divertido ouvir gerentes de seleção de pessoal recordando os erros mais crassos que viram candidatos a empregos cometer numa entrevista, como comparecer de sandálias de dedo, ou falar num celular durante a reunião com o presidente da companhia. Mas esse tipo de ignorância é raro. Mais comuns são os tropeços ou omissões sutis que podem levar um candidato a perder para outro. Se uma pessoa enviar os sinais certos e se comportar da maneira certa, ela tem chance maior de abocanhar o emprego – mesmo com um currículo inferior.
Mas não existe um conjunto único de regras. Embora alguns padrões de cortesia sempre se apliquem (ser pontual, tratar todos com respeito), o sucesso pode depender da cultura da companhia e das preferências de quem faz a seleção. A habilidade para detectar esses fatores e agir de acordo com eles pode fazer a diferença.
Quando Susan L. Hodas, diretora de administração de talentos da NERA Economic Consulting, está selecionando, procura o encaixe cultural e a experiência certos. Em alguma medida vai pelo instinto, mas também identifica preferências. ”Eles deviam vir de terno.”
A linguagem corporal também é importante. Ela valoriza a atitude segura, mas não excessivamente informal, aliada ao bom contato visual. Também procura pessoas que saibam enunciar suas palavras (atenção, murmuradores) e que comuniquem pensamentos e ideias com clareza. No geral, ela diz que procura pessoas ”confiantes, mas não convencidas”.
Susan diz que ela e seus colegas aplicam ”o teste do aeroporto”. Eles se perguntam: ”Será que eu gostaria de ficar preso por 12 horas no aeroporto com essa pessoa se meu voo atrasar?” Ao que parece, ser você mesmo – ainda que uma versão formal, polida, alerta e atenciosa – é a melhor forma de se comportar em entrevistas. Dito isso, há algumas coisas que você pode fazer para conquistar alguma vantagem.
Você deve sempre pesquisar sobre a companhia (fácil de fazer na internet), e estar preparado para dar exemplos de como sua experiência se relaciona com o emprego. Também deve ser capaz de descrever concretamente como fez diferença em empregos anteriores.
Pesquisar a empresa ajudará quando o entrevistador perguntar se você tem alguma pergunta. Tenha perguntas, disse David Santos, diretor executivo de recursos humanos da Interbrand, empresa de gerenciamento de marcas. Não ter nenhuma mostra falta de interesse e de preparo, disse.
Assegure-se de que suas perguntas mostram conhecimento da companhia e seu interesse em contribuir para o sucesso dela. Você ficaria surpreso de quantas pessoas se concentram em si mesmas e não na empresa, diz Annie Shanklin Jones, que comanda o recrutamento da IBM nos EUA.
Tente estabelecer um terreno comum com seu entrevistador, disse Annie. Talvez vocês tenham frequentado a mesma universidade ou torçam para o mesmo time. Na entrevista, ”fortaleça suas indicações”, recomenda, encontrando formas de ressaltar as pessoas que conhece na empresa.
E se você não tiver essas vantagens? Annie disse que um candidato para um posto de vendas, após sua primeira entrevista, enviou um arquivo mostrando que superou suas cotas de vendas trimestre após trimestre. Esse foi um fator importante na decisão de contratá-lo, disse.


Dolly Dolly................Festas Inesqueciveis!!!




Bom....faz algum tempo que começei a trabalhar com um pessoal muito legal...a equipe DollyDolly..!!!!!!!




DollyDolly é uma agência de contratação da parte artistica de eventos. Tudo o que diz respeito a um show ou performance de um evento...eles arrasam!!!
Já participei de vários eventos, entre aniversários, chás de cozinhas, telegramas...enfim...posso afirmar que o sucesso o evento é garantido!!!
Todos entram na brincadeira...até mesmo aqueles com a cara mais fechada..!!!!


Para conhecer melhor o trabalho deles acessem o link abaixo:


segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Feedback: vale a pena pedir e escutar!

Nos processos seletivos para estágio ou trainee, os candidatos esperam pela chance de receber um feedback – que pode ser entendido como a visão de um consultor sobre algum ato ou comportamento realizado pelo candidato, ou mesmo seu desempenho em alguma atividade.
Alguns candidatos não retornam e não solicitam informações sobre sua performance, ok, é uma escolha. Outros, porém, retornam, mas não aceitam o que lhes é passado. Recebem as informações com “maus ouvidos” rebatendo a cada item sobre sua atuação.
Os processos seletivos são baseados em perfis: o candidato pode apresentar ou não os quesitos solicitados, mas nem por isso ele é ruim, apenas não preenche as características exigidas, ou há casos que o candidato não conseguiu demonstrar a habilidade buscada.
O feedback é uma opinião, uma idéia que foi elaborada a partir de comportamentos observados em um processo seletivo, não é um julgamento único e final. É a visão do consultor, que não conhece o candidato intimamente, mas que precisa selecionar pessoas com potencial e competências condizentes às necessidades da empresa contratante. O feedback pode indicar traços de sua personalidade, que nem mesmo você conhecia, ou lutava para não admitir… Pois é, alguma hora isso aconteceria!
O feedback pode funcionar como um coaching, agregando informações para seu autoconhecimento, aprimorando conhecimento sobre as necessidades do mercado, indicando itens positivos e negativos do seu perfil. Estar aberto aos aprendizados da vida faz parte do desenvolvimento pessoal e profissional.

Flávia C. Ghirardello
Consultora da Foco Talentos

As sete maiores mentiras do currículo

Encontramos uma matéria publicada na revista Época de abril que lista as sete maiores mentiras do currículo, principalmente entre jovens. Achamos interessante publicá-las, junto à opinião de alguns especialistas que deram entrevista à revista, para mostrar que mentir de fato não é um bom caminho.
A pesquisa publicada indica que de cada dez currículos que chegam às empresas, quatro têm informações distorcidas, e outros dois mentiras deslavadas. O dado é da empresa de investigações Kroll, que presta serviço de análise de currículos para companhias, depois de analisados dados de candidatos a emprego de nível gerencial para cima. Eles demonstram que nos Estados Unidos, a taxa de invenções é bem parecida, segundo análises independentes do site Career Building e da consultoria Accu-Screen, especializada em procurar referências de candidatos a emprego.
Os principais “maquiadores de currículo”, segundo a matéria, são os jovens em início de carreira, pelo fato de terem pouca experiência e buscarem “engordar” os CV’s copiando modelos prontos.
Segue uma lista dos casos mais comuns listados na Época e como os especialistas os desmascaram.
1. Idiomas A mentira mais popular. É aquele inglês “básico” que no currículo se torna “avançado”. É também a mentira mais fácil de ser identificada. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para desmascarar o monoglota.
2. QualificaçãoInventar uma especialização técnica ou transformar um curso rápido em pós-graduação também são manobras muito comuns – e fatais – nos processos de seleção. Além da questão moral, se a fraude é descoberta, leva à dúvida sobre todas as competências que o candidato afirma ter. Se conseguir manter a farsa, ele pode ser desmascarado quando checadores ligam para a universidade para conferir as informações. Algumas empresas são mais diretas: exigem o certificado dos cursos.
3. Cargos e funçõesMuitos candidatos mentem sobre cargos em empregos anteriores para demonstrar experiência ou pleitear salário mais alto. Assim, um estagiário pode virar assistente, um supervisor vira gerente, e por aí vai. São dados de checagem relativamente fácil quando a entrevista é bem feita: o candidato costuma escorregar nos detalhes sobre seu passado profissional.
4. Participação em projetosEsse tipo de mentira, relacionada a conquistas e projetos implementados em empregos anteriores, exige um esforço maior do recrutador. Por causa do passar do tempo e da rotatividade das empresas, muitas vezes é difícil entrar em contato com antigos colegas do projeto mencionado. A estratégia dos recrutadores para detectar as invencionices é levar a entrevista a um nível de detalhe extremo, para capturar contradições.
5. Motivo de desligamentoSe percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores desperta a impressão de que o candidato quer esconder algo. Demissões nunca são bem vistas. Mas hoje, com a rotatividade tão alta, deixaram de ser um estigma. Mas devem ser explicadas. Se o desligamento foi espinhoso, o melhor é demonstrar maturidade e mostrar que o episódio serviu de lição. Jogar a culpa no ex-chefe é tentador, mas o efeito é quase o mesmo de um pedido para desistir do processo de seleção.
6. Datas de entrada e saída de empregosEsticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador, para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado. “Mas a manipulação de datas é intolerável quando ela tenta esconder um padrão de permanências curtas nos empregos”, afirma Vander Giovani, da Kroll. “Há aqueles que nem sequer colocam experiências curtas para não destacar essa instabilidade”, afirma Carlos Eduardo Dias, da Asap. “Essa omissão é imperdoável.” E facilmente constatada por checadores, ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho.
7. EndereçoMuitos candidatos mentem em relação ao local de moradia por três motivos: imaginam que morar perto pode facilitar a contratação; acreditam que morar em um bairro mais pobre prejudique suas chances; ou tentam obter uma verba maior de vale-transporte. Nos dois primeiros casos, é uma mentira menos ofensiva, mas também não vale a pena. Quando for descoberta – pela checagem do comprovante de residência ou pela visita de um colega –, ela vai despertar desconfiança do empregador.